O presidente do Equador, Rafael Correa, pediu neste sábado a saída do embaixador americano do país, Armando Astorga, em uma declaração divulgada no programa de rádio de TV do governo. A decisão ocorreu porque o embaixador teria tentado condicionar uma ajuda econômica à polícia local mediante a escolha de um comandante da unidade contra contrabando.
"Senhor chanceler [Fander Falconi], ouça-me! Dou 48 horas a este senhor Armando Astorga para que pegue sua mala e deixe o país! Aqui, não vamos aceitar que ninguém nos trate como colônia", disse o presidente, no programa semanal de rádio e TV.
O presidente acusou o funcionário de tentar subjugar a polícia equatoriana, por meio da ajuda de US$ 340 mil e leu uma carta do representante americano, na qual ele anunciava o fim da colaboração dos EUA com uma unidade dedicada à luta anticontrabando.
"Nessa unidade de operações, que recebe financiamento dos USA[...] eles classificam o comandante da unidade. Eu dei ordem ao comandante para acabar com isso [...]", disse ele. O presidente mantinha boas relações com os Estados Unidos desde 2007.A embaixada americana em Quito foi procurada, mas não quis comentar.
"Senhor Astorga, fique com seu dinheiro sujo, não precisamos dele, aqui temos soberania e dignidade. Fique com seu US$ 340 mil! Idiota, insolente!, ele afirmou.
Apoio
Correa garantiu neste sábado que irá manter o apoio aos emigrantes equatorianos que tenham saído do país e estejam sofrendo com a crise econômica americana. O presidente afirmou que não irá retroceder no apoio aos emigrantes equatorianos, estimados em mais de três milhões, e que buscará uma melhor maneira de preparar o retorno dos que quiserem voltar ao país.
A emigração no Equador aumentou a partir de 1999, quando uma das piores crises financeiras da história atingiu o sistema bancário da nação. Os Estados Unidos, Espanha e a Itália tem sido um dos principais destinos dos equatorianos que buscam melhores condições de vida no exterior.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Quadrilha assalta e faz bispos reféns em São Carlos (SP).
Quatro homens roubaram a Cúria Diocesana de São Carlos (232 km de São Paulo) na madrugada deste sábado. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), de São Paulo, um bispo de 63 anos e um seminarista de 22 anos foram rendidos ao chegar em um Golf preto ao local --localizado na rua Nove de julho, no centro do município-- por volta das 0h30 deste sábado.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, os bispos passaram pelo portão e quatro criminosos encapuzados e armados com revólveres e um facão os aguardavam dentro do prédio. O bispo e o seminarista foram amarrados a cadeiras e os homens colocaram diversos objetos no carro da cúria e fugiram. O roubo teve duração de três horas.
Segundo a SSP, os bandidos roubaram um notebook, videocassete, TV de plasma, aparelho de DVD, home theather, faqueiro de prata, computador, relógio de pulso, aparelho de som e celular. Não houve arrombamento e ninguém ficou ferido.
O caso foi registrado como roubo na Delegacia Seccional de São Carlos.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, os bispos passaram pelo portão e quatro criminosos encapuzados e armados com revólveres e um facão os aguardavam dentro do prédio. O bispo e o seminarista foram amarrados a cadeiras e os homens colocaram diversos objetos no carro da cúria e fugiram. O roubo teve duração de três horas.
Segundo a SSP, os bandidos roubaram um notebook, videocassete, TV de plasma, aparelho de DVD, home theather, faqueiro de prata, computador, relógio de pulso, aparelho de som e celular. Não houve arrombamento e ninguém ficou ferido.
O caso foi registrado como roubo na Delegacia Seccional de São Carlos.
Marido encontra mulher morta em Guarulhos (SP).
Elaine Mendes Ferreira de 30 anos foi encontrada morta pelo marido na madrugada de hoje no bairro Jardim Santa Paula, em Guarulhos na cidade de SP, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o homem foi procurar Elaine na casa do irmão dela por volta da meia-noite e a encontrou com ferimentos ne cabeça.
Segundo informaçoes do boletim de ocorrência, uma testemunha informou à polícia que a vítima ia a casa do seu irmão fazer faxina. No depoimento, a testemunha falou que o irmão de Elaine alternava comportamento depressivo e agressivo.
A Secretaria de Segurança Pública informa que não havia testemunhas presentes na hora do homicídio e o irmão de Elaine não foi encontrado.A polícia encontrou a roupa e mexas do cabelo da vítima, as armas do crime foram um controle remoto e um pedaço de pau. Os objetos foram encaminhados para a perícia.
Exames toxicológico e sexológico de Elaine foram solicitados. O caso foi registrado como homicídio simples no 7º DP de Guarulhos e o irmão de Elaine consta como averiguado no boletim de ocorrência.
Segundo informaçoes do boletim de ocorrência, uma testemunha informou à polícia que a vítima ia a casa do seu irmão fazer faxina. No depoimento, a testemunha falou que o irmão de Elaine alternava comportamento depressivo e agressivo.
A Secretaria de Segurança Pública informa que não havia testemunhas presentes na hora do homicídio e o irmão de Elaine não foi encontrado.A polícia encontrou a roupa e mexas do cabelo da vítima, as armas do crime foram um controle remoto e um pedaço de pau. Os objetos foram encaminhados para a perícia.
Exames toxicológico e sexológico de Elaine foram solicitados. O caso foi registrado como homicídio simples no 7º DP de Guarulhos e o irmão de Elaine consta como averiguado no boletim de ocorrência.
Desculpa.
Minha desculpa aos visitantes do meu blog pelo dia 05/02/09, que eu não postei nenhuma notícia.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Pacote habitacional deverá beneficiar famílias com até dez salários mínimos.
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse nesta quarta-feira que o programa de habitação popular em estudo pelo governo federal beneficiará famílias que ganham de dois a dez salários mínimos.
Durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos, a ministra adiantou ainda que o governo tentará diminuir o prazo médio de construção de moradias dos atuais 33 meses para 11 meses e que, para isso, será necessário um novo marco regulatório.
"Vamos assegurar que haja um marco para que essas construções ocorram", afirmou.
Segundo a ministra, a idéia de estender a cobertura do programa até dez salários mínimos é para chegar à parte da população "onde se concentra o déficit" habitacional, e não apenas aos de menor renda, que são atendidos por outros programas, como o de urbanização de favelas.
Dilma reafirmou que a meta é construir um milhão de moradias entre este ano e o próximo, utilizando recursos do Orçamento da União e estruturas de financiamento. Parte das prestações deve ser subsidiada, sendo o subsídio maior para famílias de rendas menores.
"Vamos garantir primeiro que as pessoas tenham condições de pagar através de suas rendas, para que jamais acumulem o pagamento do aluguel e das prestações", explicou.
Durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos, a ministra adiantou ainda que o governo tentará diminuir o prazo médio de construção de moradias dos atuais 33 meses para 11 meses e que, para isso, será necessário um novo marco regulatório.
"Vamos assegurar que haja um marco para que essas construções ocorram", afirmou.
Segundo a ministra, a idéia de estender a cobertura do programa até dez salários mínimos é para chegar à parte da população "onde se concentra o déficit" habitacional, e não apenas aos de menor renda, que são atendidos por outros programas, como o de urbanização de favelas.
Dilma reafirmou que a meta é construir um milhão de moradias entre este ano e o próximo, utilizando recursos do Orçamento da União e estruturas de financiamento. Parte das prestações deve ser subsidiada, sendo o subsídio maior para famílias de rendas menores.
"Vamos garantir primeiro que as pessoas tenham condições de pagar através de suas rendas, para que jamais acumulem o pagamento do aluguel e das prestações", explicou.
Genebra causa polêmica ao transferir prostituta para cemitério de honra.
A cidade de Genebra, na Suíça, decidiu transferir os restos mortais da famosa prostituta Grisélidis Réal para um túmulo de honra próximo aos túmulos de nomes como o escritor jorge Luis Borges e o psicólogo Jean Piaget. A medida causou polêmica na cidade e enfureceu os puritanos e até mesmo as defensoras dos direitos das mulheres, informa nesta quarta-feira o jornal inglês "The Times".
Segundo o jornal, a mudança do túmulo de Réal, conhecida defensora dos direitos das prostitutas, foi criticado como uma elevação de uma mulher que representa uma profissão que denigre as mulheres. "Este é um insulto a todas as mulheres. É um sinal de mau gosto enterrar uma mulher que glorificava a prostituição ao lado de um reformador político como Calvin", disse Odile Roulet, advogada e ativista que fez reclamação por escrito na prefeitura.
Nascida em 1929 em uma família de classe média, Réal se tornou prostituta depois de completar os estudos em arte e música. Ela se mudou para a Alemanha para entreter os soldados da Segunda Guerra Mundial (1938-1945) e dizia que os britânicos eram seus favoritos --"verdadeiros cavalheiros".
Ela ficou popular como autora de livros sobre sua vida como prostituta de luxo e em suas memórias, descreveu detalhes íntimos --e vergonhosos-- de seus clientes. Quando se aposentou, aos 66 anos, se tornou assistente social e se associou a grupos para ajudar prostitutas e lutar pelos seus direitos.
Ela morreu de câncer, em 2005, aos 75 anos e foi enterrada em um cemitério comum. Em março do ano passado, segundo informa o "Times", as autoridades de Genebra decidiram exumar seus restos mortais e levá-los ao Cemitério dos Reis --onde, segundo as leis locais, somente pessoas de "mérito excepcional" podem ser enterradas.
Patrice Mugny, autoridade cultural de Genebra, afirmou que Réal merece a honraria. "Grisélidis Réal liderou o movimento pelo direito de escolha das mulheres e ela lutou por toda sua vida pelas prostitutas, para que pudessem fazer seu trabalho de forma digna", disse ao jornal, acrescentando que outra razão é que "poucas mulheres estão enterradas no Cemitério dos Reis".
Segundo o jornal, a mudança do túmulo de Réal, conhecida defensora dos direitos das prostitutas, foi criticado como uma elevação de uma mulher que representa uma profissão que denigre as mulheres. "Este é um insulto a todas as mulheres. É um sinal de mau gosto enterrar uma mulher que glorificava a prostituição ao lado de um reformador político como Calvin", disse Odile Roulet, advogada e ativista que fez reclamação por escrito na prefeitura.
Nascida em 1929 em uma família de classe média, Réal se tornou prostituta depois de completar os estudos em arte e música. Ela se mudou para a Alemanha para entreter os soldados da Segunda Guerra Mundial (1938-1945) e dizia que os britânicos eram seus favoritos --"verdadeiros cavalheiros".
Ela ficou popular como autora de livros sobre sua vida como prostituta de luxo e em suas memórias, descreveu detalhes íntimos --e vergonhosos-- de seus clientes. Quando se aposentou, aos 66 anos, se tornou assistente social e se associou a grupos para ajudar prostitutas e lutar pelos seus direitos.
Ela morreu de câncer, em 2005, aos 75 anos e foi enterrada em um cemitério comum. Em março do ano passado, segundo informa o "Times", as autoridades de Genebra decidiram exumar seus restos mortais e levá-los ao Cemitério dos Reis --onde, segundo as leis locais, somente pessoas de "mérito excepcional" podem ser enterradas.
Patrice Mugny, autoridade cultural de Genebra, afirmou que Réal merece a honraria. "Grisélidis Réal liderou o movimento pelo direito de escolha das mulheres e ela lutou por toda sua vida pelas prostitutas, para que pudessem fazer seu trabalho de forma digna", disse ao jornal, acrescentando que outra razão é que "poucas mulheres estão enterradas no Cemitério dos Reis".
Ofensiva em Gaza aumentou antissemitismo, diz líder judeu.
A ofensiva israelense contra o grupo palestino Hamas, na faixa de Gaza, fez com os ataques contra judeus em várias partes do mundo atingissem níveis alarmantes, afirmou nesta sexta-feira Abraham Foxman, diretor da Liga Antidifamação dos Estados Unidos, um grupo que combate práticas antissemitas.
Segundo Foxman, o impacto da ofensiva foi muito além de Gaza e Israel, fazendo com que judeus e sinagogas fossem atacados em alguns países e houvesse um aumento da retórica antissemita em diversas partes.
"Em todos os meus anos na Liga Antidifamação, eu nunca fiquei tão preocupado sobre a segurança dos judeus como estou hoje", disse Foxman, durante um encontro com líderes judeus em Palm Beach, no Estado americano da Flórida.
Segundo ele, durante as três semanas da ofensiva em Gaza, foram registrados pelo menos 113 incidentes com características antissemitas na França, índice que corresponde ao número de incidentes registrados no período de três meses do ano de 2007.
Também durante a ofensiva, teriam sido registrados 220 casos de antissemitismo na Reino Unido, um aumento de oito vezes em relação ao mesmo período de 2008.
Protestos
Foxman também citou que em protestos contra a ofensiva na Europa e na América Latina, manifestantes gritavam lemas antissemitas.
Ainda segundo o diretor da Liga Antidifamação, foram registradas charges no Brasil que comparavam a ação de Israel com políticas nazistas.
Ele ainda citou o caso de dois israelenses que foram baleados por um homem de origem palestina no final de dezembro, na Dinamarca, e o de um time de basquete israelense que teve que deixar a quadra após a plateia chamá-los de "assassinos".
Ele ainda afirmou que houve ataques a sinagogas na Bélgica, Grécia e nos Estados Unidos."Não há país no mundo, da Áustria ao Zimbábue, passando pela Islândia, que não esteja experimentando um retorno do vírus do antissemitismo", afirmou.
Chávez
Foxman também criticou o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmando que "sua retórica e suas ações encorajaram e fortaleceram o antissemitismo".
No início de janeiro, Chávez anunciou a expulsão do embaixador israelense em protesto contra ofensiva em Gaza.
Em um dos incidentes mais graves na Venezuela, um grupo de cerca de quinze homens invadiu e depredou uma antiga sinagoga em Caracas.
"O ataque aconteceu em uma atmosfera de intimidação e de ameaças que foi estimulada pelas comparações entre Israel e o nazismo feitas por Chávez e seu regime".
Segundo ele, alguns jornais venezuelanos também pediram um boicote a negócios controlados por judeus.Casos parecidos teriam sido registrados na Itália, na África do Sul, Argentina e Suíça.
Segundo Foxman, o impacto da ofensiva foi muito além de Gaza e Israel, fazendo com que judeus e sinagogas fossem atacados em alguns países e houvesse um aumento da retórica antissemita em diversas partes.
"Em todos os meus anos na Liga Antidifamação, eu nunca fiquei tão preocupado sobre a segurança dos judeus como estou hoje", disse Foxman, durante um encontro com líderes judeus em Palm Beach, no Estado americano da Flórida.
Segundo ele, durante as três semanas da ofensiva em Gaza, foram registrados pelo menos 113 incidentes com características antissemitas na França, índice que corresponde ao número de incidentes registrados no período de três meses do ano de 2007.
Também durante a ofensiva, teriam sido registrados 220 casos de antissemitismo na Reino Unido, um aumento de oito vezes em relação ao mesmo período de 2008.
Protestos
Foxman também citou que em protestos contra a ofensiva na Europa e na América Latina, manifestantes gritavam lemas antissemitas.
Ainda segundo o diretor da Liga Antidifamação, foram registradas charges no Brasil que comparavam a ação de Israel com políticas nazistas.
Ele ainda citou o caso de dois israelenses que foram baleados por um homem de origem palestina no final de dezembro, na Dinamarca, e o de um time de basquete israelense que teve que deixar a quadra após a plateia chamá-los de "assassinos".
Ele ainda afirmou que houve ataques a sinagogas na Bélgica, Grécia e nos Estados Unidos."Não há país no mundo, da Áustria ao Zimbábue, passando pela Islândia, que não esteja experimentando um retorno do vírus do antissemitismo", afirmou.
Chávez
Foxman também criticou o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmando que "sua retórica e suas ações encorajaram e fortaleceram o antissemitismo".
No início de janeiro, Chávez anunciou a expulsão do embaixador israelense em protesto contra ofensiva em Gaza.
Em um dos incidentes mais graves na Venezuela, um grupo de cerca de quinze homens invadiu e depredou uma antiga sinagoga em Caracas.
"O ataque aconteceu em uma atmosfera de intimidação e de ameaças que foi estimulada pelas comparações entre Israel e o nazismo feitas por Chávez e seu regime".
Segundo ele, alguns jornais venezuelanos também pediram um boicote a negócios controlados por judeus.Casos parecidos teriam sido registrados na Itália, na África do Sul, Argentina e Suíça.
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